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Em 2023 (resultados dos últimos 12 meses terminados no 2.º semestre de 2023), a renda mediana dos novos contratos de arrendamento em Portugal foi 7,21  euros/m2, tendo as sub-regiões da Grande Lisboa (11,93  euros/m2), Península de Setúbal (8,92 euros/m2), Algarve e Região Autónoma da Madeira (ambas com 8,33  euros/m2) e Área Metropolitana do Porto (7,98  euros/m2) registado valores superiores ao nacional, indica hoje o INE – Instituto Nacional de Estatística.

No 4.º trimestre de 2023, a renda mediana dos 23 637 novos contratos de arrendamento em Portugal atingiu 7,71  euros/m2. Este valor representa um crescimento homólogo de 11,6%, superior ao observado no trimestre anterior (10,2%). Quando comparado com o 4.º trimestre de 2022, o número de novos contratos de arrendamento apresentou um acréscimo de 4,5%.

Em relação ao 4.º trimestre de 2022, a renda mediana aumentou em todas as sub-regiões NUTS III, com exceção da Região Autónoma dos Açores, em que diminuiu 3,2%. As rendas mais elevadas registaram-se na Grande Lisboa (12,54  euros/m2), Península de Setúbal (9,65  euros/m2), Região Autónoma da Madeira (9,30 euros/m2), Algarve (9,09  euros/m2) e Área Metropolitana do Porto (8,64 euros/m2).

No 4.º trimestre de 2023, verificou-se um aumento homólogo da renda mediana nos 24 municípios com mais de 100 mil habitantes, destacando-se, com crescimentos superiores a 20%, o Funchal (23,1%), Setúbal (21,1%) e Vila Franca de Xira (20,3%). Lisboa apresentou a maior renda mediana (15,51 €/m2), embora uma taxa de variação homóloga inferior à nacional (9,8%). O número de novos contratos diminuiu, em relação ao trimestre homólogo, em seis dos 24 municípios com mais de 100 mil habitantes, evidenciando-se a Maia (-13,1%) e o Funchal (-10,3%).

joaobandarra@mixandblend.net'

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