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A Compare The Market Australia analisou como os custos de trabalhar em casa poderiam se acumular ao longo do mês em todo o mundo para revelar os países mais caros e mais baratos para trabalhar em casa. Portugal fica na 5ª posição dos países mais caros.

A pandemia trouxe consigo o confinamento em todo o mundo. Trabalhar a partir de casa tornou-se uma prática habitual para a maioria dos trabalhadores e as empresas tiveram de adaptar a esta nova realidade. Para muitas, este sistema até acabou por compensar em alguns custos. Já para os trabalhadores, podem ter aliviado nas horas e no custo dos transportes mas acabaram por ter de pagar facturas mais elevadas na electricidade, água, operadora de telecomunicações, etc. Além disso, Portugal é um dos países onde o valor a pagar pela Banda Larga é dos mais elevados.

Foi precisamento pensando em todos os custos que os portugueses têm de suportar para trabalhar em casa, que a Compare The Market Australia realizou o estudo, referindo que “ame ou odeie, trabalhar em casa é uma maneira totalmente nova de fazer as coisas para muitos e está a afectar tudo, desde nossa produtividade até os nossos hábitos de lanches – e até mesmo o uso de energia”.

Barbados foi o mais caro para quem trabalha em casa, gastando cerca de 370 euros em banda larga, dados móveis e serviços básicos como iluminação, aquecimento e para carregar um laptop. Segue-se a Espanha com um custo mensal de 346 euros e depois pela Alemanha com 335 euros. Em 4º lugar fica a Dinamarca com 328 e depois Portugal com cerca de 307 euros. Nas posições seguintes seguem-se Austrália, Irlanda, Colômbia, Reino Unido e Bélgica.

Quanto aos mais baratos encontra-se no topo o Azerbeijão com um gasto de 70 euros por mês, seguem-se a Ucrânia com 82 euros e na terceira posição Singapura com 96 euros.

joaobandarra@mixandblend.net'

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