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Ricardo Sousa, CEO da Century 21 Portugal, garante que 2021 será um ano seguramente marcado pela incerteza quanto à evolução da pandemia e o seu efeito real na economia, em Portugal e a nível global.

Com um optimismo moderado, Ricardo Sousa, em entrevista ao Diário Imobiliário, admite que mercado imobiliário residencial é um dos sectores em que os indicadores são moderadamente positivos para este ano.

O que se pode esperar do mercado imobiliário em 2021?

2021 será um ano seguramente marcado pela incerteza quanto à evolução da pandemia e o seu efeito real na economia, em Portugal e a nível global. Contudo, estamos a verificar uma recuperação em K da economia, o que está a surpreender alguns analistas, com uns sectores a recuperar muito acima do previsto, enquanto para outros sectores ainda se estimam meses difíceis, e outras áreas de actividade obrigadas a lidar com uma disrupção dos seus modelos de operação, que parece hoje definitiva.

Quais os desafios que se vão colocar ao sector este ano?

O mercado imobiliário residencial é um dos sectores em que os indicadores são moderadamente positivos para 2021 – a procura permanece forte, com o abrandamento da construção no sector turístico e de serviços é expectável que se verifique um aumento significativo da capacidade produtiva de novas habitações. Por outro lado, o excesso de liquidez dos mercados vai continuar a permitir um mercado de financiamento dinâmico e a atracção de investidores para o mercado residencial.

Que medidas devem ser tomadas em 2021?

Acredito, também, que os vários stakeholders nacionais estão conscientes de que é necessário um processo progressivo para o fim das moratórias,  para garantir uma recuperação sustentada da economia do país, das famílias e das PME, bem como estabilidade legal e fiscal para reforçar a confiança das famílias e investidores.

joaobandarra@mixandblend.net'

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