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Century21 Portugal


O ano imobiliário de 2016 foi um ano sem precedentes no passado recente em Portugal no turismo, investimento e transacções imobiliárias. Uma dinâmica que claramente voltou a colocar o mercado imobiliário no radar de investidores nacionais e internacionais e das famílias portuguesas. Foi um ano abalado por eleições em Portugal, Reino Unido (BREXIT) e EUA que nos fizeram “tremer”, contudo o mercado absorveu  bem as ondas de choque. Agora que olhamos para 2017 é difícil fazer previsões e acertar, mas fica aqui três ideias com base no contacto que temos com potenciais clientes de norte a sul de Portugal:

Oferta de imóveis para venda – Este é o ano dos proprietários. Em primeiro lugar, será imprescindível aumentar a oferta de imóveis, ajustados às reais necessidades da procura. Actualmente, são as famílias portuguesas e os mercados periféricos que estão a dominar as transacções imobiliárias, e os valores médios de aquisição situam-se abaixo da fasquia dos 200 mil euros e 150 mil euros nos mercados mais periféricos . Os portugueses não estão a conseguir soluções de habitação no centro das cidades, quer em termos de aquisição, quer de arrendamento, e estão a ser obrigados a procurar casa nas periferias dos grandes centros urbanos.

Nova  construção residencial – Promotores e construtores continuam a ter acesso restrito a financiamento. Neste momento, existe uma oferta residencial insuficiente e desajustada,  que evidencia uma enorme necessidade de construção nova, para os portugueses que necessitam de encontrar soluções de habitação em linha com a sua capacidade financeira. Em 2017 esperamos assistir a um aumento de actividade por parte de construtores e promotores imobiliários, para dar resposta aos consumidores que procuram habitações novas e construção reabilitada. Para impulsionar o mercado de construção e reabilitação é fundamental, também, contar com o apoio da indústria bancária, através do aumento do financiamento a estes agentes económicos.

Desenvolvimento dos mercados periféricos – A descentralização da procura é outra tendência incontornável no mercado habitacional. As áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto têm vindo a dominar a atenção do mercado imobiliário. Contudo, as cidades mais periféricas e zonas do interior estão a debater-se com enormes lacunas de habitação, para dar resposta às dinâmicas de desenvolvimento regional, que se estão a registar um pouco por todo o País. As grandes metrópoles nacionais também estão a atingir picos de saturação, em termos de investimento imobiliário, dado que os investidores já estão a deslocalizar a sua atenção para outras zonas- como por exemplo o Algarve- quer para compra de segunda habitação, quer para investimento no mercado de arrendamento de curta duração.

Estimamos, por isso, um aumento da procura de imóveis nas principais zonas costeiras do País, tendo em conta que o mercado internacional começa, igualmente, a dar sinais de procurar agora imóveis de outros patamares de valor, sobretudo abaixo dos 200 mil euros.

Estes são os aspectos que a marca CENTURY 21 considera fundamentais para permitir o crescimento sustentado do mercado imobiliário nacional, em 2017.

Ricardo Sousa, CEO CENTURY 21 Portugal e Espanha

in Vida Imobiliária

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