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O Instituto Nacional de Estatística – INE revelou que no 2º trimestre de 2020, o Índice de Preços da Habitação registou um aumento, em termos homólogos, de 7,8%, menos 2,5 pontos percentuais (p.p.) que no trimestre anterior. A taxa de variação obtida é a mais baixa desde o 4º trimestre de 2016 e foi influenciada pelo contexto da pandemia COVID-19.
No trimestre de referência, a taxa de variação dos preços das habitações existentes foi 8,2%, acima da observada nas habitações novas (6,0%). Em relação ao trimestre anterior, o IPHab aumentou 0,8% (4,9% no 1º trimestre de 2020). Neste período, o crescimento dos preços das habitações novas superou o das habitações existentes, 1,2% e 0,7%, respectivamente.
Entre Abril e Junho de 2020 foram transaccionados 33 398 alojamentos com um valor total de 5,1 mil milhões de euros, o que representa uma redução, face ao mesmo período do ano anterior, de 21,6% e 15,2%, respectivamente. O desempenho do mercado imobiliário, avaliado pelo comportamento do número de transacções, parece ter acompanhado a evolução das restrições impostas no contexto da pandemia
Por meses, Abril foi aquele que registou a diminuição mais intensa nas transacções, 35,2% no número e 25,0% no valor. Em maio e junho observaram-se variações menos negativas, de -22,0% e -7,6%, respectivamente, no número de transações, e de -14,2% e -7,0% do respectivo valor, pela mesma ordem.
No 2º trimestre de 2020, foram transaccionadas 11 713 habitações na Área Metropolitana de Lisboa e 9 592 no Norte. Pelo segundo trimestre consecutivo, estas duas regiões, que no seu conjunto representaram 63,8% do total de transacções, acentuaram o seu peso relativo conjunto, o qual atingiu o valor mais elevado desde o 3º trimestre de 2018.

joaobandarra@mixandblend.net'

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