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Century21 Portugal


Ricardo Sousa, CEO da Century21 Portugal | Espanã

O mercado imobiliário português ‘clama’ por habitação nova depois do boom da reabilitação urbana. A necessidade de novas oportunidades de habitação para as famílias portuguesas faz despertar o interesse de alguns promotores que apostam na construção nova. Os players garantem que só assim se irão equilibrar os preços.

Ricardo Sousa, CEO da Century 21 Portugal, garante que a falta de habitação nova é uma realidade inquestionável e fundamenta-se, quer pela falta de oferta ajustada à procura em grande parte do território nacional, quer porque “a procura de habitação nova é a preferência de aproximadamente 20% dos consumidores que pretendem adquirir imóveis, de acordo com os dados que registamos na rede Century 21 Portugal”.

Segundo Ricardo Sousa, a preferência dos consumidores centra-se em apartamentos de três quartos, com duas casas de banho, com uma área entre os 80 e os 150m2, com arrecadação, garagem, bons acessos, perto de serviços, de zonas verdes e numa área segura. O preço desejado pela maioria dos portugueses situa-se entre os 75.000  e os 200.000 euros. Na rede Century 21 o valor médio dos imóveis vendidos no primeiro semestre, a nível nacional, fixou-se nos 135.441 euros.

 “Há uma grande oportunidade de negócio no segmento médio e médio baixo, para habitações com preços ajustados ao poder de compra dos portugueses”, garante.

Ricardo Sousa, adianta que é fundamental os operadores privados estarem mais atentos às tendências do mercado, às necessidades e ao poder de compra das pessoas que estão no mercado para comprar ou arrendar casa. “A mediação imobiliária desempenha aqui um papel chave, através do contacto diário que estabelece com milhares de pessoas que estão no processo de compra e venda de casa, acumulando muita informação que é registada, analisada e tratada para ajudar promotores, investidores e particulares nas suas transacções imobiliárias”, admite.

O CEO salienta ainda que há uma clara tendência para uma construção mais sustentável e amiga do ambiente com recurso a tecnologias de construção avançadas, que permitem reduzir os tempos de obra e diminuir os custos de construção. “No centro das cidades, os projectos com recurso a estas novas técnicas, com  a aposta em apartamentos com áreas bem mais pequenas e design moderno e simples iram permitir preços e casas mais ajustados à nova procura e não tenho uma dúvida que esta tipologia de oferta faria sucesso no mercado”, conclui.

joaobandarra@mixandblend.net'

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